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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Um jardim na prisão

Num belo dia de verão, cometi um crime e a polícia levou-me para a prisão. Estive lá durante dez longos anos.
A prisão, lugar escuro, triste e de má fama, escondia no seu interior o mais belo jardim que alguma vez vi!
O meu colega de cela chamava-se Zacarias, mas era conhecido por Pézinhos porque cheirava muito mal dos pés. Nós não falávamos muito, a única coisa que me disse foi que tinha sido preso por tentar roubar uma Barbie!
Uma das piores coisas na prisão era a comida, tínhamos de comer peixe todos os dias. A vida não era fácil!
Foi numa tarde de sábado que vi chegar o que viria a ser o meu melhor amigo, o José!
Eu e o José íamos todas as tardes plantar laranjeiras no jardim da cadeia. E foi numa dessas tardes que decidimos fugir da prisão. O plano era escavar um túnel no jardim, por baixo do muro, para fora da prisão , utilizando uma colher que o meu amigo tinha retirado do refeitório.
Durante três longos anos, escavámos aquele túnel até que na noite do dia 31 de Dezembro, finalmente, fugimos.
Quando chegámos cá fora demos um grande abraço um ao outro e despedimo-nos.
Nunca mais voltei a ver o José.
Hoje, já idoso, recordo os anos que passei em cárcere , sem saudade, mas com um agradável aroma a laranja!
História elaborada pelo Gonçalo Santos com apoio do irmão André (2ºB)

O lápis preguiçoso

Há uns anos atrás, quando eu era mais pequena, a minha avó costumava contar-me uma história que se passava com um amiguinho dela, quando andava na escola primária. Era o Joãozinho.
Tratava-se de um menino inteligente, mas muito preguiçoso e não gostava nada, mesmo nada, de fazer os trabalhos de casa.
Quando chegava à escola, a professora perguntava-lhe:
- Então Joãozinho, porque não fizeste os trabalhos de casa?
- Eu tentei, professora, mas o meu lápis não queria trabalhar! Acho que é um lápis um bocadinho preguiçoso!!!
A professora achava graça à resposta e lá ia desculpando o Joãozinho.
E todos os dias a história se repetia... Até que a professora começou a pensar que tinha de lhe dar a volta!
Assim, um dia, depois do Joãozinho se justificar porque não tinha feito os trabalhos de casa, com a mesma desculpa de sempre, a professora disse:
- Joãozinho, hoje tenho uma surpresa para ti. É algo que vai resolver os problemas que tens com os T.P.C.!
O Joãozinho ficou muito curioso e ansioso para saber o que era. A professora continuou...
- Toma, Joãozinho! É um lápis mágico! Assim que começares a fazer os trabalhos de casa, ele ajuda-te de tal forma que logo depois os trabalhos aparecem feitos, como que por magia.
O Joãozinho lá aceitou o lápis a medo, porque agora não sabia que desculpa é que havia de dar para não ter que fazer os trabalhos.
No dia seguinte, a professora perguntou:
- Então, Joãozinho, hoje fizeste os T.P.C.?
- Fiz professora! - disse o menino.
- Boa!!! Agora tenho outra surpresa para ti! Sabes, o lápis não é mágico, os teus trabalhos estão feitos porque tu conseguiste fazê-los! Esforçaste-te e conseguiste! Parabéns!
E o Joãozinho respondeu:
- Acho que está enganada, professora! O lápis é mesmo mágico. Aliás, é tão mágico, tão mágico que fez os trabalhos tão depressa que nem eu percebo o que está escrito!
A professora agarra no caderno e só vê gatafunhos. Pôs as mãos na cabeça e pensou:"Ai meu Deus, esta criança não tem emenda! E agora, o que faço?"
E foi assim que o Joãozinho deu a volta à professora em vez de fazer os T.P.C., fez uns rascunhos à pressa, só para a enganar!
Mas, esta situação não durou muito mais tempo, pois, inteligente como era, o Joãozinho logo percebeu que era melhor ter alguma responsabilidade se quisesse ser um homenzinho.
História elaborada pela Laura Tavares com apoio da sua mãe (2ºB)

Monstros em minha casa

Todas as noites quando eu adormecia, havia sempre um barulhinho que me acordava. Ouvia sempre um toc...toc... debaixo da minha cama, e quando eu espreitava o barulho parava.
Voltava a adormecer e novamente a acordar com o tal toc...toc... que só parava quando eu espreitava.
Fiz de conta que estava a dormir e quando o barulho recomeçou, espreitei muito devagarinho e qual não foi o meu espanto quando vi dois monstrinhos engraçados debaixo da minha cama.
Ficaram tão assustados quando me viram que ao quererem esconder-se chocaram um contra o outro e caíram no chão.
Desatei a rir e eles perceberam que eu não lhes queria fazer mal.
Um tinha apenas um olho, duas orelhas grandes, cinco pernas e três braços. O outro era muito pequeno, parecia um pompom. Ao primeiro chamei-lhe Orelhudo e ao outro chamei-lhe Pompom.
Tornámo-nos grandes amigos e passaram a vir brincar comigo depois da escola e nunca mais me acordaram de noite.
História elaborada pelo Gonçalo Esteves com o apoio da sua mãe (2ºB)

terça-feira, 14 de junho de 2011

No futuro

Numa manhã de chuva, acordei no futuro. Abri a janela do meu quarto, olhei para a rua e vi o meu irmão João, já careca e desdentado, a passear o seu leitão de estimação, que por estes tempos, já era um porco.
Fui tomar o pequeno almoço, no futuro toda a gente come feijoada pela manhã, e fui para a escola. Quando lá cheguei não me deixaram entrar. O segurança disse-me:
- Senhor presidente, já não tem idade para andar na escola! Aqui só entram garotos!
Nisto, vi o meu reflexo no vidro da porta da escola e reparei que me tinha tornado num homem. Fui embora.
Entrei na minha nave espacial e disse ao Jonas que me levasse ao supermercado.
No supermercado comprei uma lata de chanfana líquida e decidi dar um passeio para ver como era o futuro. No futuro, toda a gente se chama Fernando, mesmo as meninas, o desporto mais popular é a sueca. As ruas estão limpas, mesmo muito limpas, os carros, assim como as motas já não andam, voam!
Já à noite, estava a andar na rua, e ouvi um dinossauro a dizer....
... Nisto... Acordei!!!! Tudo não passou de um sonho... e com isto, já estou atrasado para ir para a escola!!!!!
História elaborada pelo Gonçalo Santos com o apoio do seu irmão André (2ºB)

Visita a um extraterrestre

Era uma vez um extraterrestre que vivia muito sozinho no maior planeta do sistema solar - Júpiter , assim se chamava o solitário extraterrestre, que tinha esse nome em honra ao seu planeta -, e vivia no topo de uma montanha ventosa. Mas este nosso amigo queria muito ter amigos por perto. Viver no maior planeta sem amigos não tinha nenhuma graça.
Um dia, Júpiter foi para o quarto depois do jantar e mesmo antes de adormecer pediu um desejo à estrela cadente que acabara de passar pela sua janela:"Quem me dera sonhar um sonho bom em que tivesse um amigo!", matutou Júpiter mesmo antes de fechar os olhos.
Ainda a estrela cadente andava a passear pelo céu, e um menino chamado João, preparava-se para embarcar na viagem da sua vida. Tinha um fato preateado e um capacete que mais parecia um aquário de peixinhos. O João entrou num foguetão azul e partiu, valente, numa viagem até ao espaço onde vivem os sonhos. Este menino aterrou a nave em Júpiter, pouco depois. Estacionar não foi fácil, porque este planeta tem ventos muito fortes.
O João saiu da nave e viu ao longe o extraterrestre sozinho e a olhar para os anéis de Saturno. Quis logo ser amigo daquele ser tão engraçado com a sua pele verde, uma grande cabeça com três cabelos apenas e uns olhos muito esbugalhados. O João foi ter com ele e disse:
- Gostava de ser teu amigo. Podes mostrar-me o teu lindo planeta? - perguntou, a medo, o menino.
O extraterrestre ficou tão feliz que deu pulinhos de alegria.
Nessa noite, os dois amigos ficaram juntos e viveram a fantasia de um sonho.
Quando acordaram lembravam-se de tudo e sabiam que todas as noites estariam juntos nos sonhos para viverem aventuras sem fim!
História elaborada pela Maria Carolina com o apoio da sua mãe (2ºB)

A erva milagrosa

Há muito tempo atrás, na terra dos feitiços havia duas bruxas muito trapalhonas. As duas bruxas eram irmãs, uma era boa e a outra era má, por isso, andavam sempre às turras e sempre zangadas!
Um certo dia, cada uma resolveu fazer um feitiço muito poderoso. A Neca, a bruxa boa, pensou em fazer um feitiço que acabaria de vez com a tristeza e a solidão. A Fetucina, a bruxa má, pensou em fazer o contrário, fazer com que as pessoas fiquem tristes.
O problema estava no seguinte: elas eram tão trapalhonas que quase sempre acabavam por misturar os feitiços. O resultado era sempre algo de muito errado!
Entretanto, num reino não muito distante da terra das bruxas, vivia uma princesa que estava muito preocupada porque ouviu a fama que tinham as bruxas e o que tencionavam fazer. Descontente, resolveu ir ter com elas a fim de convencê-las de desistirem da ideia!
Depois da longa viagem, a princesa ficou doente, por isso, precisava de muita ajuda.
A Neca, que era muito boa, prontificou-se logo a ajudá-la. Para isso teve de ir à montanha Sagrada falar com o dragão Chin, dono do chá Zen, que continha a erva milagrosa, a única capaz de salvar a princesa.Chegada à montanha, a Neca foi recebida pelo dragão Chin que de imediato caiu de amores por ela. Ele decidiu ajudá-la em troca do seu amor. A Neca ficou pasmada! Mas, por ser tão boa aceitou a proposta! Foi deste modo que a princesa se curou...

História elaborada pelo Marcos com o apoio da sua mãe (2ºB)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

O Gigante Astuto

Num reino longínquo vivia um senhor muito alto, diferente de todos os outros homens. Por ser tão alto era conhecido como Gigante. Este Gigante era traiçoeiro e pregava partidas manhosas e todos o tratavam por "Gigante Astuto".
Infelizmente, ninguém gostava do seu feitio terrível. Mas não o queriam odiar, antes pelo contrário! Todos os habitantes do reino se uniram para, em conjunto, encontrarem solução para combater o terrível feitio do "Gigante Astuto". Nada melhor que o castelo do rei para essa reunião.
Nesse castelo vivia num lago de águas limpas e cristalinas o Chico Esperto, um peixe que era mesmo... esperto!
Na reunião quiseram ouvir a opinião do peixe e contaram o que pretendiam: mudar-lhe o feitio e torná-lo mais calmo, simpático e amável.
O Chico Esperto não precisou ouvir muito, pois das suas águas limpas e cristalinas via e ouvia as atitudes do gigante.
Todos falavam, comentavam, esbracejavam, gritavam... para o bem dele!
Chico Esperto teve de interferir de imediato e colocar um ponto final naquela discussão que não estava a levar a lado nenhum. De repente, ele, o Chico Esperto colocou uma questão bastante pertinente - "se algum dos presentes já tinha conversado com o Gigante Astuto no intuito de saber o porquê das suas atitudes!"- Ao ouvirem a questão colocada pelo Chico Esperto , abanaram negativamente a cabeça, já que ninguém tinha pensado e feito isso antes.
Foi então que resolveram chamá-lo e conversar com ele. Chico ofereceu-se para ser o interlocutor e todos aceitaram. Ao vê-lo aproximar-se ficou espantado com o seu ar de medo, de receio e cheio de tremeliques... tremia tanto como varas verdes e Chico Esperto pediu-lhe que se acalmasse. Num instante percebeu que ele era muito boa pessoa, por isso, quis rapidamente saber o porquê das suas ações e ele, calmamente, explicou. Explicou que sabia que era um ser diferente dos outros e que não gostava de ser diferente e por isso, não queria que gostassem dele.
Depois de muito conversarem, o peixe fez-lhe ver que o importante era seguir uma "caixa" que tinha dentro dele. Nessa "caixa" estava o seu coração!
Não importa ser diferente. Importa apenas o que essa "caixa" tem dentro dela: a simpatia, a amabilidade, o respeito, a amizade!...
Assim, o Gigante fez a vontade ao seu coração!
Todos ficaram felizes, porque conseguiram o que pretendiam. De astuto, passou a gigante Amável!

História elaborada pela turma do 2º B com apoio da professora

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Entrevista a um dinossauro I


Há muito tempo atrás, entre 225 e 65 milhões de anos antes do Homem, um dinossauro terópode da espécie T-Rex encontrou no meio do campo um Pteranodonte, de grandes asas.
O temível carnívoro T-Rex ficou intrigado com a vida que teria o dinossauro voador e quis saber tudo, para escrever no jornal "Notícias dos Dinossauros". Começou assim a entrevista:
- Caro Pteranodonde, onde vives?
- Eu vivo aqui perto, na rua do Cretácico, porta 121 e o meu andar é o 7º a contar do céu- respondeu o Pteranodonte.
- E o que gostas mais de comer?- indagou o jornalista.
- Tu não sabes?!- disse com surpresa o Pteranodonte. - O que eu gosto mais de comer é peixe fresquinho!
- E como é que consegues pescar? - inquiriu, com curiosidade, o T-Rex.
- É simples, porque o meu bico ajuda-me a pescar, da mesma maneira que esses teus grandes dentes fazem com que sejas o maior carnívoro do universo! - explicou.
E assim acabou a entrevista, com o entrevistado a convidar o entrevistador para uma pescaria no próximo domingo, que era o dia em que ia ser publicada esta entrevista, no jornal "Notícias dos Dinossauros".

História elaborada pela Maria Carolina com o apoio da sua mãe (2ºB)

terça-feira, 24 de maio de 2011

A caneta mágica


Há muito tempo atrás numa escola havia um menino chamado João. O João tinha oito anos e vivia com os avós e também com o seu irmão, Paulo. Ele era sempre bem comportado e era o melhor aluno da turma dele.
Todos os dias ele levava a sua mochila muito carregada com os livros, as tesouras, o estojo e com algo muito especial, que nem ele sabia!
Certo dia, na escola do menino João, aconteceu algo inesperado... quando o João abriu o estojo viu uma caneta nova. Começou a escrever e apercebeu-se que a caneta era tão especial que parecia mágica.
A caneta saiu da mão do João e começou a escrever sozinha e ele ficou muito espantado!
Na hora do recreio, o João chamou os seus colegas e começou a contar o que tinha acontecido.
De seguida, o menino João ia mostrar a caneta aos seus colegas quando se apercebeu que a caneta já não estava no estojo!!
- Então?! Ela estava aqui agora mesmo! Não percebo!!
De repente... o João foi acordado pela mãe e percebeu que tudo tinha sido um sonho e afinal a caneta mágica não existia!!!!

História elaborada pelo Rodrigo Gago com o apoio da sua mãe (2ºB)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

A visita de um extraterrestre


Num belo dia de verão, durante um dia de festa na cidade, surgiu um grande clarão no céu. Os habitantes da cidade interrogaram-se sobre o que seria aquilo.
Passados alguns minutos, o clarão moveu-se em direção ao solo. Intrigados, os cidadãos organizaram um grupo para investigarem o que se tinha passado.
Algumas horas depois, o grupo chegou ao local onde tinha caído o clarão e, qual não foi o espanto quando encontraram um grande buraco no chão. Perante aquele cenário, o grupo ficou sem saber o que fazer, se descer para o buraco ou pedir ajuda. Escolheram a primeira opção.
Dois deles aventuraram-se até ao fundo do buraco. Enquanto desciam começaram a ouvir um barulho estranho, olharam melhor à volta e viram uma "coisa" verde em direção a eles. "O que era aquilo?" Perguntavam. Era... um extraterrestre!
Após diversas tentativas de comunicação descobriram que o extraterrestre percebia o que eles diziam e informou-os que vinha em paz e o seu grande objetivo era conviver com os humanos e dar a conhecer o seu povo.
Algumas horas mais tarde e depois de terem trazido o extraterrestre para a superfície, o grupo decidiu levá-lo para a cidade e fazer dele convidado de honra na festa.
Quando chegaram à cidade muitos dos habitantes ficaram espantados por verem o pequeno ser verde e alguns, até ficaram com medo.
Para os acalmar, o chefe do grupo explicou que o extraterrestre vinha em paz e queria dar a conhecer o seu povo. Tranquilizados, os habitantes fizeram uma festa ao extraterrestre e convidaram o seu povo para, todos os anos participarem.

História elaborada pelo Gonçalo Santos(2.º B) com apoio do seu irmão João

terça-feira, 17 de maio de 2011

O espantalho apaixonado


Era uma vez um espantalho que vivia muito, muito longe na Terra do Nunca. Era o Espantalho Passaradas.
Passaradas vivia muito triste pois nunca saía do mesmo lugar, no meio das searas e longe das outras flores e das árvores. Passava os dias angustiado pois achava-se um inútil.
- Não sirvo para nada! A única coisa que sei fazer é espantar os pássaros.- pensava ele.
Certo dia, surgiu do meio das searas um belo girassol e o Passaradas não se cansava de olhar para ele.
Achou que era sua obrigação protegê-lo, passando a espantar os pássaros que nele poisavam.
- Obrigado!- dizia o girassol- se não fosses tu, estes pássaros comiam-me as sementes todas!
- Não digas isso! Foste de uma grande ajuda, para além de que, és muito simpático. Como te chamas?- perguntou o girassol.
- Eu sou o Passaradas, e tu?- respondeu o Espantalho.
- Eu sou a Raio de Girassol.
- Ah! Afinal é uma rapariga!- pensava Passaradas entusiasmado.- Vou passar a ser o teu protetor!
A partir desse dia, Passaradas e Raio de Girassol passavam longas horas a conversar e não tardou muito para que, cada um deles se conhecesse um ao outro como a palma das suas mãos. Já não sabiam estar um sem o outro.
Os dias do Passaradas passaram a estar tão preenchidos que ele já nem se lembrava dos dias de tédio.
Um dia, já a noite ia alta e Passaradas não conseguia dormir (o que é que se passava com ele?)... Um, dois, três dias... Passaradas não dormia. Só pensava em Raio de Girassol!
Logo pela manhã, a primeira coisa que fez foi olhar para Raio de Girassol, que ainda dormia, e pensou:
- Estou apaixonado! Só pode!!! Mas onde é que já se viu um Espantalho apaixonado???!!!
E assim foi, Passaradas e Raio de Girassol apaixonaram-se perdidamente um pelo outro e, com juras de amor eterno, foram felizes para sempre!

História elaborada pela Laura (2.ºB) com o apoio da sua mãe

No futuro


Certo dia, eu estava no sofá e adormeci enquanto via televisão. Então, eu sonhei que o mundo estava todo poluído. Os mares, os rios e as florestas tinham desaparecido e eram agora sítios sujos, abandonados e sem animais. Fiquei muito, muito triste!
Fui para o trabalho e decidi chamar todos os meus colegas e amigos para limpar o mundo inteiro.
Limpámos tudo e quando terminámos, o mundo estava de novo como era antes!
Quando acordei fiquei com medo que o meu sonho viesse a ser o futuro.
No final, prometi a mim mesmo que, de aquele dia em diante, ia respeitar a Natureza... o nosso Ambiente!

História elaborada pelo Artur (2ºB)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Maldita Matemática


Numa escola de Lisboa estudam três grandes amigos, mas muito diferentes: a Carlota, que não sabe estudar; o João, que estudava muito e era primo da Carlota e a Sónia, que é a melhor amiga da Carlota.
Cinco dias depois da turma da Carlota fazer os testes, chegaram os tão esperados resultados.
No recreio os três amigos encontraram-se e conversaram:
- Conta Carlota, como foram as tuas notas?- perguntou o seu primo, o João.
- Foram.... ótimas!- responde.
- Então, deixa-me ver como foram!
As notas da Carlota tinham sido as seguintes: Matemática, mau (!!!); Língua Portuguesa e Estudo do Meio, excelente.
Ao ver a cara do primo, Carlota diz-lhe ao ouvido que, claro não tinha gostado nem um pouco da nota de Matemática! O primo perguntou-lhe:
- Mas, não estavas à espera???
- Não, não estava!
- Mas como não, se tiveste tudo errado?
Carlota não conseguiu responder, nem conseguia compreender tais resultados e foi triste para sua casa, pensando o caminho todo..."Maldita Matemática, Maldita Matemática!..."
Os amigos não podiam ficar indiferentes a estes resultados da Carlota e quiseram ajudar. A sua amiga Sónia dirigiu-se a casa dela:
- Truz...truz...truz... posso entrar?
- Quem é? És tu, Sónia? Claro, entra, entra!
- Sabes, vim ter contigo para te dizer que vais ter boas notas também a Matemática, porque sei de uma maneira de o conseguires!
- Mas...como?!?!?!
- É uma maneira muito simples e que tu já conheces... es-tu-dan-do!!!
- Mas... estudando Matemática???
- Sim, e vais ver que vai funcionar!
E, com a ajuda de todos os seus amigos, assim fez Carlota que muito estudou Matemática.
Passadas umas semanas, depois de serem feitos novos testes, eis que saem os resultados. A Carlota, ansiosa, recebe com satisfação excelente a todas as disciplinas!
- Boa, Carlota! Parabéns, conseguiste!!- disseram a Sónia e o João.
- Obrigada, amigos. Muito obrigada pela vossa ajuda!- agradeceu, feliz.
Contentes por todos terem tão bons resultados, a Carlota, a Sónia e o João foram festejar. Naquele dia de calor...um gelado ia saber mesmo bem!....
História elaborada pela Maria Carolina (2º B)

Ter um amigo...

Segundo o dicionário, amigo é alguém afeiçoado, delicado, é aquele que dedica ou recebe amizade. Mas para nós...
Ter um amigo é ter alguém com quem contar, ter um ombro para desabafar os problemas, contar as alegrias e as tristezas.
É ter alguém sempre do nosso lado, que nos defende e aconselha quando estamos errados. Ter um amigo é ter um companheiro que nos acompanha nesta longa estrada que é a vida.
Ter um amigo é a melhor coisa do mundo!
O mais importante é saber ser amigo do nosso amigo, ou seja, não devemos fazer aquilo que não gostamos que nos façam a nós.
Ter um amigo é ter alguém que nos ajuda quando temos alguma dificuldade.
Com um amigo também podemos aprender coisas novas. Um amigo é uma pessoa que não deves abandonar.
Um amigo é como um lápis de cor na nossa vida, é como uma chuva de estrelas numa noite de verão! Diria mais: um amigo é um irmão que nos acompanha nos bons e nos maus momentos.
Ser amigo é saber não gozar, mas sim saber ajudar quem é diferente!
É ainda ter alguém simpático, ao estarmos doentes ou tristes, nos ajuda, pois sabemos que podemos contar sempre com ele! Amigo é aquele que fica feliz quando estamos felizes!
Os amigos também servem para brincarmos juntos no recreio da escola. Quando nos magoamos os amigos vêm sempre ajudar e, assim, sentimo-nos logo melhor!
É por isto que eu gosto de ter amigos!
Mas ser amigo é principalmente, ser solidário e ajudar nas horas mais difíceis. É com eles que partilhamos os bons e os maus momentos.
Eu, tu e ele somos muito felizes, pois temos muitos amigos!
Numa canção muito bonita, o poeta Milton Nascimento diz...
"Amigo é coisa para se guardar a sete chaves dentro do coração!"

História elaborada pela turma do 2º B com o apoio da professora

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Entrevista a um dinossauro

Num belo dia de sol, os jovens e curiosos jornalistas António e Margarida foram à floresta entrevistar um dinossauro...
- Boa tarde, senhor dinossauro!
- Boa tarde, senhores entrevistadores, como estão?
- Estamos bem, obrigada! E o senhor?
- Estou bem, aliás, estou ótimo... Mas vamos lá logo a essa entrevista, porque não tenho tempo a perder!
- Está bem. Pergunto-lhe já de seguida, de que espécie é?
- E eu respondo que sou um Tiranossauro Rex!
- Isso significa que se trata de um carnívoro, herbívoro ou insetívoro?
- Pois, como o meu prato favorito é qualquer um desde que seja carne, sou, portanto, um carnívoro!
- Carnívoro! Muito bem...
Entretanto, a conversa foi interrompida porque ouviu-se um barulho, um rugido. Era a mãe do Tiranossauro que o chamou para almoçar. Ele disse, então, para os entrevistadores:
Ilustração da Laura (2.º B),
realizada com técnica de pintura a lápis de cor
- Temos de parar por uns instantes. Volto já, agora vou ter de ir almoçar.
Acordaram fazer um intervalo de meia hora, para que o entrevistado pudesse fazer a sua refeição.
Depois dos trinta minutos voltaram à entrevista...
- Diga-me, quantas aventuras já viveu?
- Uiiii... muitas, muitas... não sei o número, só sei que já foram algumas. Mas, a que eu mais gostei, aquela que mais gostei mesmo foi no vulcão, foi muito divertido porque adoro fogo e lá era como uma enorme piscina de fogo! Apesar disso, também gosto de nadar na água, que é outra das minhas paixões e onde já vivi muitas outras aventuras....
E o Tiranossauro começou a contar tantas outras peripécias que viveu na sua floresta. Os entrevistadores estavam encantados com todas as suas histórias. E, de entrevistadores, passaram a ouvintes das histórias maravilhosas e encantadoras deste simpático e aventureiro dinossauro.

                                                             História elaborada pelo João Pedro (2ºB)