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quinta-feira, 16 de junho de 2011

O pirilampo sem luz

Algo de estranho se passava no "Lago dos Cinquenta Pirilampos" que lá habitavam e que todas as noites iluminavam o lago. Apenas se contavam agora quarenta e nove luzinhas.
Estaria alguém doente?
Teria ido para outro lago?
Ilustração da Diana, Henal, Luisa, Marta e
Matilde (2.ºA), realizada com técnica de
recorte e colagem e pintura com lápis de cor,
marcadores e purpurinas
Ou simplesmente estaria com preguiça?
Quem seria?
Era o Luzy, o pirilampo mais brincalhão do grupo, que resolveu ficar a brincar com as suas amigas rãs e esqueceu-se de fazer a sua obrigação que consistia em iluminar o canavial onde dorme a família de sapos.
- Falta uma luz! Já sei, é o Luzy que voltou a esquecer-se! - disse o Edgar, que era o pirilampo mais velho.
- Alguém o chame à minha presença. Vai ouvir das boas, o malandrinho!
- Sim chefe! - respondeu o pirilampo que estava de sentinela.
- Com que então andas fugido! - disse Edgar.
- Desculpe senhor! - respondeu o Luzy - Prometo que não volta a acontecer!
- Pois, pois, se bem te conheço amanhã ou depois estamos a ter a mesma conversa de hoje. Vai lá dar luz que a noite ainda agora começou. - disse Edgar.
- É para já chefe! - respondeu o Luzy.
E lá foi ele para mais uma noite de trabalho.

História elaborada pela Marta (2.ºA) com o apoio do seu pai

O país das pessoas tortas

No país das pessoas tortas
Tudo salta, tudo ri
E lá nas suas hortas
Tudo aparece por ali.

Com um braço torto
Ou uma perna cruzada
Não deixam de fazer desporto
Numa manhã ensolarada.

E depois de alguma coisa comer
Para a barriga encher
Todos tortos vão a saltar
Para o trabalho acabar.

Neste país de pessoas diferentes
Onde reina a harmonia,
Todos vivem contentes
Seja noite, seja dia.

E assim toda a gente
Aprende uma lição:
Não é por se ser diferente
Que não se vive em união.

Poesia elaborada pelo Tomás (2.º A), com o apoio da sua mãe   

Ilustração do David, Gonçalo, Robert, Tomás
e Virgílio (2.ºA)

Helena de cabelos em pé

Helena era uma pessoa desajeitada e andava sempre despenteada, mas ela não se preocupava nada com isso.
Num belo dia, a Helena preparou-se para ir ao cabeleireiro do Sr. Augusto. Quando lá chegou disse ao Augusto que queria cortar o cabelo para que ficasse muito curto. Então foi sentar-se na cadeira para lavar o cabelo. Começaram a conversar muito animadamente e a Helena nem reparou que já estava na cadeira onde o Augusto lhe estava a fazer um penteado estranho. Ela tinha os cabelos todos espetados para cima e seguros com gel.
Ilustração da Daniela, Margarida, Nicole e Sara (2.º A),
realizada com técnica de recorte e colagem e
pintura a lápis de cor e marcadores
Sabem porquê?
Porque da última vez que a Helena esteve no cabeleireiro, o Augusto tinha-a avisado que devia ser mais cuidadosa com o seu cabelo e penteá-lo todos os dias. Ela não seguiu o conselho e o Augusto já estava farto de repetir sempre a mesma conversa. Foi por isso que ele lhe fez aquele penteado de cabelos em pé, para ela aprender!
Mas vamos lá voltar à nossa história...
Quando pagou e voltou para casa, Helena foi ver-se ao espelho e quando olhou ficou tão zangada que voltou, outra vez, ao cabeleireiro e perguntou ao senhor Augusto:
- Augusto quem é que fez isto ao meu cabelo?
- Fui eu!
- Porquê? - perguntou ela chateada.
O Augusto contou o que aconteceu e a Helena compreendeu que tinha de tratar bem do seu cabelo. Com a lição que o Augusto deu à Helena, ela aprendeu que devia tratar muito bem o seu cabelo. Assim o seu cabelo tornou-se mais elegante.

História elaborada pela Matilde (2.º A) com o apoio da sua mãe  

terça-feira, 7 de junho de 2011

Dia Mundial do Ambiente

No dia 5 de Junho comemorou-se o Dia Mundial do Ambiente e, para o celebrarmos, escrevemos em conjunto estes versos, baseando-nos no poema "A Floresta" de Luisa Ducla Soares. Apesar de ser uma poesia muito simples, foi a nossa primeira mas o mais importante é que nos pôs a reflectir sobre o grande valor da Natureza e do nosso Planeta Terra! Esperamos que também vos faça reflectir...


Quem planta uma floresta
Trabalho manual realizado pela Marta (2.º A) com o apoio da sua mãe
(tronco com casca de sobreiro e folhas de oliveira)
planta uma lição como esta:
«Toda a natureza
 é a nossa maior riqueza!»

Planta magia
com grande amor
como se fosse poesia
de muito valor.

Planta um sorriso de uma criança
porque é ela a nossa esperança.

Planta vidas de animais
pois eles também são especiais.

Quem planta uma floresta
tem bom coração
Sabe que aqui há festa
cheia de união!

Poema elaborado pela turma do 2.º A com a ajuda da professora

Pintura com guaches elaborada pela Sara (2.º A) com o apoio do seu pai

O castelo de areia

Ilustração da Diana, da Luisa e do Virgílio (2.º A),
elaborada com técnica de recorte e colagem e pintura com marcadores 
Três amigos foram à praia
fizeram um castelo de areia
veio de lá o mar
e trouxe uma baleia.

A baleia entrou rapidamente
pela porta da frente
mas o castelo é forte
pois tem uma parede resistente.

Todos ficaram amigos
e a baleia foi para o mar.
Os três meninos na praia
para sempre a brincar.




Poesia elaborada pelo Virgílio (2.º A) com o apoio de uma amiga

O comboio dos animais

Ilustração do Tomás, da Margarida,
da Henal e do Rodrigo (2.º A)
Num país quase do outro lado do mundo, a Índia, costuma haver grandes inundações que põem em perigo as pessoas e os animais. Certo dia, começou a chover muito numa região desse país onde havia um grande parque de animais selvagens. Os guardas do parque ficaram preocupados porque pelo meio do parque passava um rio e podia transbordar e arrastar os animais que podiam morrer afogados. Começaram então a pensar como podiam salvar os animais e um deles teve uma ideia:
- Podemos pedir um comboio com vagões de mercadorias abertos e assim transportamos os animais para um sítio mais seguro!
- Boa ideia!- disseram os outros guardas.
Estiveram a combinar tudo e a preparar jaulas e gaiolas para poderem levar os animais. Não foi fácil apanhá-los todos, até foi mesmo muito difícil com os tigres e os lobos, porque tiveram que disparar setas com um remédio para os pôr a dormir. Até que por fim lá conseguiram juntar todos os animais e metê-los nas jaulas e gaiolas.
No dia seguinte, o comboio dos animais partiu, como se fosse uma espécie de nova Arca de Noé. Em todas as aldeias por onde passavam, as pessoas vinham admirar os animais e oferecer-lhes coisas para comer.
O comboio viajou até outro parque onde puderam soltar todos os animais, sem perigo, e onde passaram a viver.
História elaborada pelo Robert (2.º A) com o apoio da sua mãe 

Ilustração da Marta, Nicole e Sara (2.º A),
elaborada com técnica de recorte e colagem
e pintura a lápis de cor, de cera e marcadores

terça-feira, 31 de maio de 2011

O senhor Medo

Era uma vez um senhor, de seu nome Medo. Este senhor era um pouco tímido e parecia andar sempre assustado. Durante o dia andava sempre sozinho, tinha um ar triste e preocupado. Evitava grandes confusões, pois não falava muito com as pessoas sempre com medo que algo acontecesse.
Ilustração do Gonçalo, Robert e Tomás (2.º A)
Todas as pessoas comentavam o seu modo de agir. Até que um dia algo muito grave aconteceu. Na aldeia onde vivia o senhor Medo, todas as crianças desapareceram. O pânico foi geral. Todas as pessoas estavam assustadas. As suas caras ficaram tristes e o medo de perderem as crianças era a maior preocupação. Reuniram-se esforços para iniciar a busca e o senhor Medo também ajudou.
Nessa altura ninguém reparava na sua maneira de agir, pois toda a aldeia agia como o senhor Medo.
Ao fim de algum tempo foi ele que encontrou as crianças que tinham ficado presas numa casa abandonada, junto ao rio, quando foram para lá brincar.
As crianças também estavam assustadas, mas o senhor Medo, ao contrário do que era normal, mostrava um ar feliz, porque a sua vontade de ajudar tinha sido maior do que o seu medo!
A partir desse dia toda a gente percebeu que o senhor Medo está sempre dentro de nós. Embora não o vejamos, quando algo mais grave acontece conseguimos senti-lo. E, depois, só temos que descobrir uma forma de o afastar, tal como fez o senhor Medo.

História elaborada pelo Tomás (2.ºA) com o apoio dos seus pais 

O mestre dos números

Era uma vez um senhor chamado Miguel. O senhor Miguel era um mestre dos números. Era muito inteligente e, por esta razão, todas as pessoas o admiravam. Para o senhor Miguel a matemática não era um mistério, as contas eram um prazer e por isso ajudava todas as crianças que tinham dificuldade nesta disciplina. Assim, cada dia mais crianças iam para casa sem dúvidas. O senhor Miguel ficava muito orgulhoso de si próprio.
Certa tarde, no dia 18 de Novembro, todos os amigos do Senhor Miguel tiveram uma reunião para no dia seguinte dizerem ao director da escola da aldeia que gostariam de ver o mestre dos números como professor.
No dia seguinte, o director deu-lhes a resposta que era um "Sim"! Então eles foram avisar o senhor Miguel. Quando o encontraram disseram:
- Vai ser o teu primeiro dia como professor!
E o Miguel respondeu:
- Professor?!
Os amigos responderam:
- Sim, professor de matemática! Convencemos o director da escola a seres professor.
E assim termina esta história do Senhor Miguel que se tornou um óptimo professor e ajudou as crianças a também serem verdadeiros mestres dos números!

História elaborada pela Margarida (2.ºA) com o apoio da sua mãe 

Ilustração da Daniela, Diana, Luisa e Margarida (2.ºA),
realizada com técnica de recorte e colagem. 

terça-feira, 24 de maio de 2011

Joaquim e a natureza

Joaquim era um menino como todos nós. Era agitado, brincalhão, alegre e falador mas tinha uma particularidade: ele sabia comunicar com a natureza e com os animais.
Certo dia, Joaquim foi ao sótão da sua casa buscar os brinquedos que já não usava para dar a outras crianças e encontrou num cantinho, cheio de pó, uma caixa. Era uma caixa pequena feita de folhas secas e flores. Joaquim não conseguiu resistir e abriu a caixa. Ele ficou encantado ao ver um livro sobre natureza mas também ficou espantado porque quando o abriu, viu lá dentro, na página das flores, uma luzinha cintilante. Afinal a luzinha era uma fadinha com um vestido luminoso como o sol.
Rapidamente a fada fez uma magia com pozinhos de pétalas de rosa e levou o Joaquim para a sua ilha. Lá, a fada apresentou o seu nome ao Joaquim:
- O meu nome é Maria Flor. Peço desculpa por te ter transportado para aqui assim do nada, mas há uma explicação.
Então, Maria Flor lá contou o que se estava a passar naquela ilha. Ela estava a perder as suas belas e amigas árvores porque os Homens andavam a cortá-las. O rei e a rainha estavam preocupados com este problema e pediram à fada para ela encontrar uma criança especial que os ajudasse.
Joaquim aceitou ajudá-los porque sentiu que a natureza da ilha estava triste e a desaparecer. Deste modo, ele resolveu ir falar com os habitantes. Ele disse que tinham de passar a reciclar mas também saber poupar o que utilizavam para não cortar mais árvores do que as necessárias.
A partir desse dia, os Homens passaram a ser amigos do ambiente e por cada árvore que cortavam, plantavam uma nova.
E assim acaba esta aventura do nosso amigo Joaquim: um verdadeiro amigo da natureza!

História elaborada pelos alunos do 2.º A com o apoio da professora 

Trabalho plástico da Daniela, Diana, Henal, Luisa, Margarida e Sara (2.ºA),
realizado com diferentes materiais, incluindo folhas secas.

O Senhor Pouca Sorte

Há muito tempo atrás, na aldeia em que eu vivia, existia um senhor muito alto, de nariz muito comprido e com um grande bigode. O nome dele era Baltazar, mas era mais conhecido por Senhor Pouca Sorte, aliás, era assim que todos na aldeia lhe chamavam. Quase ninguém o conhecia pelo seu verdadeiro nome.
O Senhor Pouca Sorte, embora causasse por vezes pequenos desastres pelas redondezas, era bastante admirado por todos, pela sua bondade, humildade e, sobretudo, pela sua amizade. Ele gostava muito de ajudar os seus amigos, mas nem sempre as coisas corriam bem.
Lembro-me de um dia em que ele estava a ajudar a menina Maria Chica a dar comida ao seu cavalo Silvino. Ele tropeçou na corda que prendia Silvino à cerca, indo cair direitinho dentro do balde de leite que a menina Maria Chica ordenhou à vaca Mimi.
Ilustração do David e do Gonçalo (2.º A),
realizada com lápis de cor e marcadores
Outra peripécia que me recordo foi no dia do grande piquenique. Era o dia mais importante para a aldeia, o dia em que todos se juntavam no bosque para comemorar o início da Primavera. Estava um belo dia de sol, todos estendemos as mantas no chão para darmos início ao piquenique.
Havia em abundância alegria, descontração e muitos petiscos, feitos pelas melhores cozinheiras da aldeia. As crianças brincavam à bola satisfeitas, quando uma bola lançada com mais força pelo meu primo Zequinha atingiu o Senhor Pouca Sorte mesmo no meio da cabeça, fazendo-o entornar o frasco de compota de marmelo que ele tinha na mão. O conteúdo do frasco caiu todo em cima dos seus calções. Nesse instante, começámos a ver um grande exército de formigas a subir pelas suas pernas em direção aos seus calções. O Senhor Pouca Sorte só teve tempo de desatar a correr, mergulhando de cabeça num pequeno lago que havia no bosque, esquecendo-se por completo que não sabia nadar. Como todos eram seus amigos, num instante ele foi salvo e no fim todos se riram com a situação.
Desta história podemos sublinhar que o mais importante é a amizade e mesmo com pouca sorte, o que importa são os amigos.

História elaborada pelo David (2.º A) com a ajuda da sua mãe

terça-feira, 17 de maio de 2011

Aqui há gato

Certo dia, o gato Gatão regressou da sua corrida diária e sentou-se para tomar o pequeno-almoço. Abriu o jornal na página dos empregos. Andava à procura de um emprego há muito tempo e não tinha tido muito sorte até ao momento.
Hoje vinha um anúncio que dizia:
"Procura-se Segurança para armazém. Tem de ser grande, forte e mauzão."
-Este parece interessante. - pensou Gatão - Eu sou grande para gato, bastante forte e se quiser posso ter um ar mesmo mauzão.
Vestiu umas roupas para parecer ainda mais forte e foi para o armazém.
- Ofereço-te o emprego. - disse o dono do armazém. - Um gato forte como tu é exatamente aquilo de que precisamos por aqui. Tens de perseguir ratos neste armazém.
E foi logo colocar na montra:
"Aqui há gato."
- Mas eu não quero apanhar ratos!
O dono do armazém ficou muito zangado:
- Por que razão achas que contratei um gato? - gritou ele - Agora fora daqui e não voltes cá!
O Gatão nem quis esperar para ouvir mais e saiu pelas traseiras muito desiludido.
- Parece que as pessoas que contratam gatos só querem que eles persigam ratos. - pensou o Gatão - Mas eu não quero perseguir ratos, afinal eles nunca me fizeram mal!

História elaborada pelo Robert (2.º A) com a ajuda da sua mãe

Ilustração da Daniela, da Luisa e do Rodrigo (2.º A),
realizada com técnicas de recorte e colagem
e pintura a lápis de cor, lápis de cera e canetas

Os dois mundos

Há muito tempo atrás, no Rio da Divisão entre o Mundo da Maldição e o Mundo da Felicidade, viveu um peixe chamado Douradinho. Ele era um peixinho esperto e especial que teve uma acção muito importante na luta contra as forças malditas do diabo Trapalhoni.
Ilustração do David, do Robert, do Tomás, da Margarida
e da Henal (2.º A), realizada com técnicas de recorte e colagem
e pintura a lápis de cor  
Trapalhoni vivia no Mundo da Maldição mas não estava satisfeito porque queria passar a governar os dois mundos. Ele estava furioso e decidiu atacar o Palácio Real da Felicidade. Então Trapalhoni ordenou o seu escravo, o Dragão Chamas de Foguetão, a invadir o Palácio Real.
O peixinho Douradinho, mesmo sem orelhas, ouviu a conversa do Trapalhoni com o Chamas de Foguetão e a nadar rapidamente pelo Rio da Divisão, foi avisar os seus três amiguinhos do Mundo da Felicidade.
João, Ritinha e Guilherme ficaram muito preocupados com esta notícia.
- Temos de impedir o Trapalhoni de destruir e governar o nosso Mundo! - disse o João com entusiasmo.
- Temos de ajudar o Rei Alegria a combater o Dragão! - disse a Ritinha cheia de vontade de lutar contra o mal.
- Também ouvi o Trapalhoni dizer ao Chamas de Foguetão que iam começar o ataque à meia-noite. - lembrou-se o Douradinho.
Então o Guilherme teve uma ideia e perguntou ao peixe:
- Conheces o poderoso anel do rio que tem o poder incrível de destruir quem tocar nele por maldade?
- Sim, conheço-o porque vivo neste rio. Ele está dentro de uma concha grande, já muito velha.
O peixinho deu um mergulho e nadou muito depressa até ao fundo do mar onde havia a concha. Tentou abri-la mas não conseguiu porque era muito pesada e, deste modo, levou-a até aos três irmãos que a abriram e tiraram o anel.Depois o peixe pôs o anel à beira do Mundo da Maldição para quando o Trapalhoni o visse, tocasse nele.
Às doze badaladas da meia-noite, o relógio do Palácio da Felicidade tocou e o Trapalhoni viu o anel à porta do seu castelo. Como era tão ganancioso, tocou nele e foi destruído.
No final, o Mundo da Felicidade e o Mundo da Maldição juntaram-se e todos tornaram-se amigos. O Dragão Chamas de Foguetão tornou-se o guarda real dos dois Mundos e todos passaram a ter uma vida tranquila e feliz.

História elaborada pelos alunos do 2.º A com o apoio da professora

Ilustração da Nicole, da Margarida e da Sara (2.º A),
realizada com técnicas de recorte e colagem e
pintura a lápis de cor, canetas e guache

terça-feira, 10 de maio de 2011

Adotei um cãozinho

Hoje fui ao canil e adotei um cãozinho bebé. Pensei que fosse difícil escolher porque no canil há muitos cãezinhos, mas aquele chamou-me logo a atenção.
Ele chamou-me a atenção quando se pôs a ladrar na sua jaula a chamar por mim.
Quando fui ver quem ladrava assim, gostei logo dele. Ele era pequenino, tinha patas fofinhas e pêlo cor de creme.
Quando lhe abriram a jaula saltou para o meu colo e deu-me uma lambidela.
Levei-o para a minha casa onde tinha uma caminha nova, brinquedos e comida para ele.
Ele gostou muito e agora é feliz. Às vezes chateamo-nos porque ele rói as minhas coisas, mas na maior parte do tempo divertimo-nos muito.

  História elaborada pela Luisa (2.º A) com a ajuda da sua mãe

Ilustração da Matilde e da Nicole (2.º A),
 realizada com técnicas de recorte e colagem e pintura a guache

À procura das estrelas luminosas

Era uma vez um coelho que se chamava Saltitão. O Saltitão era um jovem coelho de pêlo branquinho que tinha umas grandes orelhas e um nariz cor-de-rosa. Estava sempre alegre, bem-disposto e saltitava sem parar pela floresta fora. Todavia à noite, quando saía da sua toca, o Saltitão sentia medo porque estava muito escuro. Os seus pais tinham-lhe contado que havia lindas estrelas no céu que iluminavam a noite. No entanto, o Saltitão nunca as tinha visto pois as árvores da floresta eram tão altas que tapavam o céu.
Numa noite, o Saltitão teve uma ideia: iria convidar o seu amigo esquilo Quico para o acompanhar numa aventura onde iriam procurar as estrelas luminosas. O Quico ficou tão entusiasmado que os dois amigos decidiram partir bem cedinho no dia seguinte.
Ainda o sol não tinha nascido, quando o Saltitão e o Quico se puseram a caminho. Eles andaram durante muitos dias e muitas noites, conheceram novos amigos e também inimigos ferozes.
Certa noite, finalmente, encontraram um grande campo de relva tão verde que se notava ao longe o seu brilho. Olharam para o céu e lá estavam as estrelas tão luminosas que parecia não haver noite, apenas dia. Por isso, o Saltitão e o Quico decidiram não voltar para a floresta. Assim, eles seriam felizes para sempre junto das suas estrelas luminosas.

História elaborada pela Sara (2.º A) com a ajuda dos seus pais

Ilustração da Sara, do Mário e o do David (2.º A),
realizada com técnicas de recorte e colagem e pintura a lápis de cor

Uma aventura venenosa

No tempo em que os animais falavam, viveram numa floresta mágica três amiguinhos poderosos. Os seus nomes eram o cavalo Roberto, a gata Alice e o coelho Saltitão. Estes três amiguinhos divertiam-se muito na floresta e em cada aventura que tinham, aprendiam sempre novas coisas.
Certo dia encontraram uma serpente que parecia ser boa, mas não era. Ela lançou uma poderosa magia e mandou-os para o deserto. Quando chegaram ao deserto, o Roberto, o Saltitão e a Alice ficaram tristes e aflitos porque estava a acontecer uma maldita tempestade de areia. Eles tentaram imediatamente sair daquele sítio mas a serpente Venenosa disse-lhes que só podiam sair de lá quando encontrassem a chave mágica para abrir a porta mágica do deserto.

Ilustração da Daniela, Diana, Henal, Luisa e Margarida (2.º A),
realizada com técnica de pintura a guache, a lápis de cor e marcadores 

Como a gata Alice era esperta roubou uns óculos raio-x à serpente Venenosa sem ela perceber. A seguir os três amiguinhos utilizaram os óculos para encontrarem a chave mágica. A serpente ficou tão furiosa que decidiu fazer uma poção mágica para lhes tirar os óculos.
Entretanto o cavalo Roberto sentiu a chave debaixo dos seus cascos e disse:
- Estou a sentir alguma coisa debaixo dos meus cascos! Acho que é a chave mágica.
Depois foram para junto da porta e abriram-na com a chave mas, de repente, apareceu a Venenosa. Quando ela quis fechar a porta para eles não regressarem a casa, ficou entalada. Os três amiguinhos passaram pela porta e conseguiram voltar à sua floresta mágica, levando consigo os óculos para utilizarem nas suas novas aventuras.
Quanto à serpente Venenosa, essa já é outra história...

História elaborada pelos alunos do 2.º A com o apoio da professora