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quarta-feira, 18 de maio de 2011

A caneta mágica



Era uma vez uma caneta mágica que quando era usada pelo seu dono, o Rodolfo, começava a dançar em cima do papel e os trabalhos apareciam feitos como por magia. Era uma caneta muito fininha e como já tinha muito uso só lhe restava metade da tinta.
Como era uma caneta mágica podia mudar de cor conforme a necessidade do seu dono.
Certo dia, o Rodolfo, resolveu levá-la para a escola, era um dia muito importante, ia fazer uma avaliação de língua portuguesa. Quando começou a resolver a ficha, reparou que a caneta já não dançava em cima do papel. Só então, o Rodolfo percebeu que não deveria ter usado tantas vezes a caneta quando não estudava absolutamente nada. Entretanto a caneta começou a falar e disse ao Rodolfo:
- Em vez de me usares para fazer as tuas fichas, porque não estudas por ti próprio?
O Rodolfo ficou muito espantado e perguntou:
- Mas tu, além de me fazeres as fichas, também falas?
- Sim, e faço muitas outras coisas!
- Então porque não me ajudas mais uma vez?
- Porque devias ter estudado! Se for sempre eu a fazer as coisas, tu nunca aprenderás nada!
E assim foi, o Rodolfo deixou de usar tantas vezes a caneta e passou a estudar mais. Usava-a apenas para fazer as ilustrações dos seus fantásticos textos.

História elaborada pelos alunos do 3ºB com o apoio da professora

O País da Barafunda II



Certo dia, no País da Barafunda, o presidente da câmara, o Senhor Desarrumado estava a falar com o Senhor Trapalhão sobre a barafunda daquele país.
- Esta barafunda dá-me cabo dos nervos. Quase não consigo pensar - dizia o presidente.
- Temos que acabar com a barafunda neste país!
Então, o Senhor Desarrumado, anunciou:
- Cidadãos deste país eu, o presidente da câmara, e o Senhor Trapalhão decidimos acabar com a barafunda!
- O quê? -exclamou a Senhora Desastrada. - A barafunda não pode desaparecer assim!
- A Senhora Desastrada tem razão - disse o Senhor Avarento.
- Pois bem! Eu e o meu colega Senhor Trapalhão já não vamos ser tão desarrumados ou trapalhões.
- O presidente te razão! Depende tudo de vocês!
Os cidadãos ficaram a pensar. Só alguns minutos depois exclamaram:
- Vamos acabar com a barafunda!
- Vamos acabar com a barafunda!
E desde aí que a barafunda não domína aquele país.

História elaborado pelo Afonso Pina (3ºB)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O País da Barafunda I





Era uma vez um rapaz chamado Carlos que, como qualquer outro rapaz, adorava jogos de vídeo.
Ele saía de casa às duas e chegava às quatro, para quê? Que pergunta! Para jogar jogos de vídeo, claro!
Mas um dia a mãe não o levou à escola e ele ficou muito espantado e perguntou:
- Mãe, hoje não vou à escola?
Não teve resposta.
Chegou à sala, olhou para o chão e viu o seu jogo de vídeo preferido.
- O País da Barafunda. – leu ele. E sentiu uma espécie de corda a puxá-lo para dentro do jogo. Mal chegou lá dentro, sentiu-se esquisito, estavam a doer-lhe os ouvidos.
Ping, zum, plaf e muito mais, eram os ruídos que se ouviam dentro do jogo.
Mas havia também um ruído muito invulgar, que era assim:
-Acorda! Acorda!
Lá seguiu o barulho e foi dar à lixeira onde só se ouviam ratos e aquele barulho esquisito.
-Acorda! Acorda!
Ele continuou, e sabem quem ele viu?
A mãe!
-O que fazes aqui mãe? – perguntou ele.
-Acorda! Acorda!
Ele abriu os olhos e viu o doutor e a sua mãe.
- Mãe, o que estou a fazer aqui no hospital?
- Os jogos de vídeo, filho! Fizeram-te muito mal aos olhos e aos ouvidos, principalmente o teu preferido, o País da Barafunda!
E foi assim que o Carlos teve de usar óculos e nunca mais pôde pegar em nenhuns jogos de vídeo.


História elaborada pela Ana Beatriz (3ºB)