quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Máquina do tempo


- Tu gostavas de ter uma máquina do tempo? Bem se queres ter uma liga já 660 100350! – disse a televisão (na verdade a televisão não fala).
O João todo maluco viu a televisão a dar o anúncio.
- Pai, podes dar aquela máquina…? Vá lá …!
- Chato.
-Vá lá…
- Não.
- Porquê?
- Vá, ganhaste…Eu ligo.
- Éééééé!!!
O pai estava a falar enquanto o filho esfrega as mãos.
- Chegou pai! A máquina chegou!
O filho (João) pegou na máquina e clicou num botão e começou a girar e foi parar ao tempo dos reis, depois ao tempo dos dinossauros e quando chegou a casa ficou aliviado por ter vida. E quando alguém vai a casa o João diz:
- Lê as instruções…- Com medo que a máquina transporte pessoas para outra era.


Texto elaborado por Guilherme Morais (4º A)>

Vou ter um irmãozinho


Vou ter um irmãozinho
Coisa que nunca tive
Tenho apenas uma irmã
Foi só ela que eu obtive

Vou ter um irmãozinho
Que não me vai chatear
Ao contrário da minha irmã
Que nem me deixava respirar

Vou ter um irmãozinho
A quem sopa eu vou dar.
Depois ele adormece
E começa a sonhar.

Texto elaborado por David Claisse (4º A)


Pirilampo sem luz


Fui passear de noite
e vi uma coisa a brilhar
eram os pirilampos
que estavam a brincar.

Mas muito longe deles
algo chorava baixinho
era um pirilampo
que estava muito sozinho

Cheguei-me ao pé dele
e perguntei-lhe assim:
- Como é que te chamas?
Mas ele nem olhou para mim.

Pedi aos outros pirilampos
para o irem lá chamar
então eles foram
e ele começoua brilhar!

Texto elaborado por Beatriz Ramos (4º A)


A visita de um extraterrestre


Certa noite de verão lá estava eu a olhar para o céu, quando vi uma luz cor de laranja
que parecia uma bola de fogo. Chamei os meus primos e eles, sem quererem acreditar, ficámos ali parados a olhar até que a luz começou a piscar parecia que nos fazia sinais.
Pegámos nas bicicletas e resolvemos segui-la. Parou mesmo no sitio onde nós
costumávamos ficar.
De repente no meio da bola laranja abriu-se uma porta, de lá apareceu uma coisa
estranha. Tinha três olhos, quatro braços, quatro pernas e com uma espécie de
antena na cabeça.
Ficámos espantados e curiosos mas ao mesmo tempo tremíamos de medo, não sabíamos o que fazer. Devia-mos ir embora? Ou perguntar como se chamava e de onde vinha? Até
que ele disse:
- Gugu dadá Plaranha.
Ficámos sem perceber mas logo atrás de nós apareceu a minha mãe com a minha prima bebé e ficámos de boca aberta quando ela lhe respondeu:
-Gugudada terra.
A minha prima percebia o extraterrestre. Através dela, ficámos a saber que Plaranha era o seu planeta, que o seu nome era Gondidaranha, que tinha 450 anos e que vinha muitas vezes visitar a Terra.
Nós éramos os seus extraterrestres e o Gondidaranha andava sempre a vigiar-nos, pois gostava de ver as nossas brincadeiras.
Ficámos muito contentes por termos amigos extraterrestres e, de lembrança, deixou-nos uma perna de aranha do seu Planeta.
Por fim despediu-se de nós e disse que voltaria no próximo verão. Para o ano lá estaremos nós a olhar para o céu.

Texto elaborado por Gonçalo Tinoco (4º A)



O Senhor Pouca Sorte



Há muito, muito tempo, naquela época em que os cães eram cabras e as cabras eram
cães, havia um senhor com muito pouca sorte.
Quando era pequeno e andava na escola, a sua cabra-cão cão-cabra comia-lhe sempre os trabalhos de casa, e agora que já era adulto continuava com pouca sorte: anda há dez anos à procura de emprego.
O senhor Pouca Sorte só tinha como herança uma casa de madeira e a velha Margarida, a cabra-cão cão-cabra. O resto foi tudo para o seu irmão, senhor Sorte.
Certo dia o senhor Pouca Sorte decidiu fazer uma visita surpresa ao irmão mas pelo caminho avariou a mota. Então voltou atrás para ir buscar a bicicleta mas... também se estragou.
- Tenho mesmo pouca sorte!
- Quem me dera ser como o meu irmão.
Dito e feito, poucos segundos depois estava sentado na poltrona do irmão, a jogar «wii».
- Uau, que sorte ele tem! Pois bem, agora tenho eu.
De repente, apareceu um senhor vestido de preto que lhe disse:
- Morreu alguém? – sempre que eu me vestia de preto é porque tinha morrido alguma galinha.
-Aprecio o seu sentido de humor, Senhor Sorte- disse o senhor de preto. E afastou-se; o senhor pouca Sorte seguiu-o e viu o senhor a abrir uma porta.
- É esta a sala de hoje, senhor
- Tenho de assinar esta papelada toda? - perguntou o senhor Pouca Sorte.
- Tem - respondeu o Senhor de preto.
E saiu da sala. Então o Senhor Sorte, coitado, viu-se aflito para encontrar a caneta que estava no bolso do casaco. E ainda tinha de atender chamadas de 5 em 5 minutos.
- Não! – gritou ele – Não quero esta vida.
Quando se deu conta, estava deitado na sua cama cheia de bicho da madeira.
- Que bom ser outra vez o senhor pouca Sorte – disse ele. E voltou a adormecer na sua cama cheia de bichos, com a sua cabra cão-cão cabra, deitada ao seu lado.
- Senhor Pouca Sorte para o resto da sua vida- dizia ele sempre que alguma coisa má lhe acontecia.
Texto elaborado por Beatriz Ramos (4º A)

A girafa que comia estrelas


A girafa que comia estrelas

Quando adormeci sonhei com uma girafa linda. Era tão
linda, elegante e muito alta. Tão alta que tocava o céu com a sua cabeça.
– Dona girafa, como são as estrelas vistas daí de cima? – perguntei eu.
– São lindas e muito brilhantes – respondeu a girafa.
– Quem me dera poder tocar-lhes…
Então a girafa comeu uma estrela. Depois, baixou-se até mim e abriu a boca
– Oh! Mas a estrela não está a brilhar! – disse-lhe eu.
– Pois não, – disse a girafa – elas só brilham no céu…
– Que pena, quem me dera lá chegar.
– Anda, sobe para o meu pescoço!
E, com um empurrão, a girafa colocou-me em cima dela e levou-me até junto das estrelas que eram lindas e brilhantes.
Caiu a noite e eu estava eufórica porque tinha tido um fim de semana muito divertido e com experiências novas. Quando me mandaram dormir não consegui. Então, deitei-me com a cabeça fora da tenda (estava a acampar) a admirar as estrelas. O céu estava todo estrelado.

Texto elaborado por Tatiana (4º A) com o apoio da mãe



As cores de outono


As cores de outono
são lindas de morrer
laranja ou vermelho
não consigo escolher.

As cores de outono
não são fáceis de contar
são tantas e mais tantas
que em cima delas eu vou andar.

As cores de outono
nelas vou tocar
verde ou amarelo
ajudam a respirar.

Texto elaborado por Duarte Almeida
(4.º A)


Por ti


Por ti
faço trancinhas até ao chão
com papoilas e tulipas
escrevo o teu nome no meu coração.

Por ti
vou até ao céu
buscar penas de pássaro
para enfeitar o teu chapéu.

Por ti
vou ao fundo do mar
para trazer uma estrela
para o teu cabelo enfeitar

Por ti, Mãe
faço o que for preciso
para que todos os dias
possa ver o teu sorriso.



Texto elaborado pela Joana (4.ºA), com o apoio da mãe